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    Gatos Adoram se Exercitar.. Pular, Correr e Caçar!

    Gatos Adoram se Exercitar.. Pular, Correr e Caçar!

    A natureza felina é correr, caçar, pular... Os ancestrais dos gatos domésticos que eram e são os selvagens tem o hábito de fazer todos estes exercícios como forma de sobrevivência também.

    gato adoram exercícios de subir em árvore

    Nossos gatinhos hoje, estão mais acomodados em relação à isso, pois não tem mas a necessidade de lutar pelo alimento, ainda mais que a ração tem carbohidratos, coisa que na sua alimentação natural não é presente, por isso também que ganham quilinhos à mais, tornando-se um pouco mais preguiçosos.

    gatinhos brincandoe fazendo exercícios

    Mas os exercícios para gatos não são somente importante para a saúde física, porém para a mental também. tornam-os mais felizes e despertos. Gatos são inteligentíssimos e arranjam formar incríveis de conseguirem o que querem. 

    gato fazendo exercício pulando

    Eles adoram coisas que instigam a curiosidade, coisas que também relembrem seus antigos hábitos, como a caça. Mas para as brincadeiras eles nos querem junto delas também, que participamos junto deles, 10 ou 15 minutos é razoável.

    gato fazendo exercício brincando de bolinha

    No mercado há diversos brinquedos como varinhas, bolinhas, caixas... Convivemos com gatos há mais de 20 anos e alguns dos nossos, que são 11, gostam de coisas mais simples, como borrachinha de cabelo, bolinha de papel, fitinhas...

    Descubra o que peludinho mais gosta, com certeza você verá que ele será ainda mais feliz e saudável desta forma, além de fortalecer seus laços de amizade e amor, seja ele filhote ou adulto.

    Ícaro - Uma inspiração de amor - A Nossa História - Parte 2

    Ícaro - Uma inspiração de amor - A Nossa História - Parte 2

    Olá queridos leitores! 

    Esperamos que vocês tenham gostado deste primeiro capítulo da minha história e a do Ícaro, bom fazendo a conexão ao final da primeira parte, o Ícaro chegou ao seu lar e imaginem, o que um Dobermann fez ao ver pela primeira vez um gato?!

    Um adentro, muitos ainda tem aquele preconceito com Dobermanns, Pittbulls, Rottweillers... Saliento enfaticamente que devemos ter MUITA atenção à família do cão e a criação nossa para com eles, ficando em proporção de 50% para cada lado. Cães cuidados com amor, carinho, exercícios e dedicação, tornam-se, independente da raça, companheiros para a vida toda! 

    Voltando, chegamos e entramos pela garagem, que levava diretamente à porta da cozinha daquela casa, o Ícaro viu o Tomázio e adivinhem... Chorou, teve medo, ficou por trás de minhas pernas!! Pobrezinho, estava muito medroso.. Mas logo ele entendeu que era um mano.

    Logo após, tomou um banho para remover o odor de urina, devido ao espetáculo de horas antes, foi bem comportado, ele estranhou.. mas foi tranquilo. Logo, o pus uma roupinha que tinha comprado há anos para a espera dele, além de uma cama linda, que na época era muuuito cara, mas comprei , parecia um enxoval de bebê!

    Ele usou a camiseta por uma semana só, crescia demais. Em relação à comida, era muito engraçado pois devorava em segundos, até o criador havia me comentado em dar um suplemento de cálcio junto à ela. Isso com certeza o ajudou muito até hoje. 

    Bem, coloquei-o aos fundos de casa no pátio pequeno, com um osso.. ele gostou de lá. Um problema dentro de casa era, que ele tinha medo também de subir e descer escadas, era um bebezinho da mamãe mesmo!

    Já na primeira noite ficou super aconchegado na caminha ao lado da minha, claro. Era frio, mas não me contive, logo começou a dormir na minha cama. Coisa mais gostosa dormir com nossos filhotes, não é? Será que era super protetora?

    Bem, a primeira semana se passou e no sábado seguinte saí à noite e deixei-o em meu quarto, forrei com jornal, pois ele ainda não fazia xixi fora de casa, ainda não havia aprendido bem, coloquei-o na caminha, com cobertor e saí. Horas após, ninguém imaginava o que encontrei quando cheguei. Vi um quarto coberto de espuma, não entendia o que havia acontecido em primeira instância. Sabe aquela cama cara, não sabia onde estava, ele legitimamente estraçalhou-a. Sim, esse era o Ícaro pequeno!

    Um cão grande, logicamente, tem muita mais força que de outros portes, eles necessitam gastar muita energia e crescem muito rapidamente. Eu brincava muito com ele, mas sempre dava jeito de comer algo impróprio! Um dia um tênis novo da minha mãe, outro dia uma gaveta, até que um dia rasgou todos os lençóis presos no varal.

    O Ícaro ainda não podia passear na rua, pois não havia tomado todas as doses das vacinas. Mas brincava muito com ele no pequeno pátio. Quando andávamos de carro, ele sempre ia junto, onde quer que eu fosse eu ele me acompanhava, era Ícaro Maria Gasolina! 

    Essa rotina foi de Setembro à Dezembro de 2005, até que na véspera de Natal, fomos com ele num sítio, foi ali que descobri que ele não gostava de animais maiores que ele. O Ícaro avistou uma vaca e disparou atrás dela, e eu já entrava em desespero, pois sabemos o quão poderosos são os bovinos, então gritava chamando-o. Ele voltou daquela situação e com a adrenalina a mil, chacoalhou a cabeça, e era sangue para todos os lados! estava de roupa branca, ela ficou completamente pintada de gotas vermelhas.

    Meu Deus, de onde vinha aquela sanguinolência?  Entrei em pânico mesmo! Quando vi, sua orelha, na ponta havia um rasgo de  mais ou menos 2 centímetros! Meu Deus, ele rasgou no arame farpado!! O sangue não estancava, mas levamos-o para casa, como era véspera de Natal, naquela época jamais encontraria um veterinário disponível, mas usando a intuição e o que sabia, limpei bem o machucado, claro que não era nada grave, só tive o problema de parar o sangramento, pois nas orelhas, cães com elas caídas possuem muitos vasos sanguíneos, o que faz a hemorragia. Então limpei e consegui "colar" uma parte noutra, e fiz um curativo enorme e assim ficou por uns dias, estava lá aquele sapeca com um baita curativo na orelha, enfim terminava o ano de 2005, o Ícaro já estava com 6 meses.

    No próximo capítulo, vou contar como ele resgatou , amou e cuidou do Mano, um gato que ele encontrou com pouco mais de uma semana de vida! Que passagem linda dele, assim já começam a saber o GIGANTE coração do meu "pequeno" Ícaro

     

     

     

     

     

    Ícaro - Uma inspiração de amor - A Nossa História - Parte 1

    Ícaro - Uma inspiração de amor - A Nossa História - Parte 1

    Olá querido leitor, sou Glenda, fundadora da Cacau Dress Pet. Nada como começar um Blog, como contando a nossa história, que é a minha história e também a do Ícaro.

    Bem, sempre tive adoração por Dobermanns, desde pequena quando ganhei a minha pequenina Jude, que era uma linda e adorável Dobermann marrom, porém mesmo havendo eu na época 4 anos, lembro vivamente dela. Desde criança amava animais, em nossa família tinha muitos gatos, mas morava com minha avó, e não podia ter bichos, ela não gostava deles. Então infelizmente minha pequena Jude foi embora. 

    Depois dela, 5 anos depois, tive o Bobby, um Fox Paulistinha, querido e lindo, nesta época, minha avó permitiu ter outro, eu também já vivia com minha mãe em um apartamento, antigamente não aceitavam cães nestes tipos de residências, por isso ele vivia com minha avó. Visitava-o sempre, porém anos depois, foi atropelado, diziam para mim que ele havia fugido, mas depois descobri a verdade.

    Bem, frustrava-me não ter um animal, amava-os tanto e sempre queria ter um. Tive hamsters, peixes, tartaruga, passarinhos, mas queria um para brincar... Até que com 13 anos tive nossa gatinha Ig (hoje uma estrelinha), uma siamesa, linda demais, porém da mesma proporção em temperamento. Ela vivia comigo e minha mãe no apartamento. 

    Nossa gatinha Ig

    Certo dia, 3 anos após, apareceu o Tomázio, um gato cinza lindo e amoroso, esfomeado berrando na porta do prédio... De início a Ig não gostou dele, ele até estava com problemas intestinais sérios e passou para ela, mas depois começaram a se suportar.

    Nosso lindo Tomázio

    Com todas essas passagens, não me saía da cabeça ter um dia meu Dobermann, olhava na Internet, na época em 2003 - 2004, havia poucas coisas sobre eles, nem 1% comparado às informações de hoje.

    Em 2005 nos mudamos para um sobrado, aos fundos havia um pequenino pátio. Era minha oportunidade de ter meu lindo Dobermann. Minha mãe na época relutou muito, pois eu já trabalhava e não teria tempo para um cão deste porte e raça. Essa discussão foi em mesmo tempo que descobri um problema em meus joelhos, raro, sem tratamento efetivo até nos dias de hoje. Doía, doía muito, nada poderia ser feito, pois nos exames nada apresentava. Meu psicológico estava cansado dessa situação. 

    Trabalhava numa das maiores empresas de calçados do país, era estilista, e este problema começou a me afetar psicologicamente, levando-me à uma depressão. Decidi sair da empresa meses depois, não conseguia mais, tinha apenas 18 anos, meu corpo estava finalizando seu crescimento e a dor não diminuía. 

    Mais tarde, em casa, após de sair do emprego, minha mãe aceitou a ideia de ter um cão, talvez ela teria pensado em meu estado emocional na época. Então, voltei a ser feliz!

    Como não haviam classificados na época na Internet, buscava nos jornais. Havia achado 2, mas um deles o cão já tinha 7 meses, eu queria um bebê, pois como tinha a Ig e o Tomázio, seria mais fácil a adaptação de todos.

    Achei um criador, da cidade de Viamão-RS, o nome dele era Marcos, de sua esposa Cris. Infelizmente hoje não tenho nenhum contato deles, uma lástima. Mas voltando, na época liguei, marquei o encontro e lá fomos em busca do meu bebê!

    Queria sempre uma fêmea marrom, como era a Jude, mas o criador disse que só tinha ainda 2 filhotes disponíveis, machos pretos, porém só o liberava com 3 meses, o que hoje acho certíssimo, pois ele deixava 45 dias os filhotes com os pais e 45 dias sozinhos, para aprender o convívio e certa independência. 

    Fui buscar o Ícaro em Setembro de 2005. Nossa que emoção!!! Chegando lá o criador fez todo um interrogatório, querendo saber para que o queria, se tinha espaço e tudo mais. Era um senhor corretíssimo, preocupado. Logo depois, fomos ver os pais do Ícaro, era o Dobermann marron o pai Killer e preta a mãe Antares, muito dóceis, brincalhões...

    Estava já ansiosa para ver meu pequeno!!! Meia hora depois fomos vê-lo. Vi o canil, ele estava com mais um Dobermann e pequenos Rottweillers. Entrei, deixei-os vir até mim, estava já com um na minha frente, pensei: "É esse", eram tão fofos, tão queridos,lindos.. minutos depois, veio um pequeno dober por trás, ele era mais alegre ainda e era ele meu amado Ícaro!! 

    Subiu no meu colo,me encheu de beijos (como me emociono ao lembrar), em seguida pulou do meu colo e caiu justamente numa poça de xixi... Sim este é o Ícaro, começou bem a história! Saiu de lá com perfume de urina! 

    O criador me deu todas as orientações necessárias, foram impecáveis! Voltando para casa, no carro ele vomitou, pobrezinho, era a primeira vez que ele viajava. Passamos num shopping à caminho da Serra Gaúcha, onde minha tia trabalhava e ela adora bichos também, aproveitou e tirou alguns carrapatinhos nele...

    Chegamos em Nova Petrópolis, passamos na loja onde minha mãe trabalhava, e um Dobermann de 3 meses, logicamente, não tem o mesmo tamanho que um cão de pequeno ou médio porte.. Minha mãe disse " Glenda! Achei que você traria um filhote, não um cachorro grande" . Bem, ele tinha patas enormes,tinha já 15 Kgs!

    Era lindo e fofo meu bebê!

    Na próxima postagem, vou contar como foi a interação dele com a Ig e o Tomázio e todas as malandragens que ele fez!

    Um abraço! :)